terça-feira, 28 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Estou ficando cada vez mais burra. Entrando de cabeça em um mundo que não exige muito do meu cérebro. Só exige euforia e mais euforia. E minhas reflexões? Só são exigidas quando estou na ida-volta da faculdade, quando minhas principais preocupações é a integração do bilhete único para sobrar mais uma passagem, qual o melhor lugar pra sentar, quem está ou vai ficar do meu lado, se está calor, quais são os caminhos do vento para eles chegarem até a mim? E depois de todas essas questões resolvidas, paro pra pensar na vida. Você embaixo do chuveiro pensa na vida. Eu dentro de um ônibus cheio penso na vida.
Me lembro que toda sexta feira a noite vou tocar num bar. Arrumo meu som, afino o violão, me sento no banquinho e começo meu show. Uma vez cantei "Como Nossos Pais" e um arrepio foi percorrendo meu corpo dos pés a cabeça, até chegar em meus olhos e eu explodir diante da minha pequena plateia. Não estou ficando tão burra quando canto várias horas seguidas até nem conseguir falar direito depois. Esse é meu ponto de profundidade.
Todos os dias da semana fico refletindo no ônibus para chegar na sexta feira e me enfiar com todos esses pensamentos num cantinho escuro e me encontrar.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Mas, que babaquice. Vivo meu dia inteiro e depois chego em casa, me enrolo num cobertor e fico me atormentando sozinha. No one never came so deep inside. E eu fico nessa palhaçada por sua causa, entende? Me responde. Coisa de gente babaca. Alguem me passe energias boas também porque as minhas se esgotaram! You took it all. Cria vergonha nessa cara, egoísta. I never had space in your new life. Como você fala idiotices! E eu não ligo de ficar aqui de longe te odiando, porque sempre foi assim que a gente se amou. Você não presta longe de mim. Don't come back.
"Não se deve esquecer nunca de onde crescemos e com quem crescemos. Vamos deixar passar anos, ou assim como preferir, mas nunca terei escrito sobre tudo o que penso e lembro de você, menina. É com um enorme ardor no meu peito que vou respeitar sua decisão e nunca mais vou tomar uma precipitada. Um dia você me entende, sabe? Não é porque eu sou covarde. Não tenho o direito de estragar sua vida. Estamos em nós. Amém.
sábado, 2 de março de 2013
Olha, já sei que tê-la... Eu não tenho mais. Mas, não deveria ser permitido sentir essa falta toda. Essa saudade de dormir entrelaçada e tomar café na padaria. E, o mais absurdo, ficar pensando e lembrando e cultivando tudo o que de bom a gente passou. O engraçado é que, mesmo sem ela, ela continua sugando minhas energias e me faz prestar atenção em cada pessoa que ela anda conversando, e em todas as frases e histórias que ela emana pro universo. E eu já conheço tanto aquela menina cheia de positividade que eu tenho certeza que ela não vai me querer perdida de novo no mundo dela. Talvez pra dizer um dia sim, e outros tantos não, que me ama e sente saudade. E depois vai sair voando de novo pra longe da nossa cidade. Eu fico me perguntando se é possível alguém, depois de tanto tempo, ainda me fazer escrever essas babaquices clichês. Logo de reflexo, lembro dela me dizendo que gosta de ser clichê e que se assume assim. Clichê de carteirinha. Eu não sou. Mas, por ela... Fiquei.
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